O Seu Guia de Cervejas Portuguesas

Portugal é um país de vinho, sem deixar de ser também um país de cerveja. E então no verão, não há bebida que mais satisfaça os portugueses do que uma boa cerveja gelada, melhor ainda se acompanhada de petiscos e degustada em boa companhia.

O mercado português começa hoje em dia a ver aparecer novas cervejas, artesanais, que têm enriquecido muito a oferta disponível com novos sabores, cores e teor alcoólico. Os novos nomes da cerveja nacional são, de entre os mais conhecidos, a Sovina, a Letra, a Mean Sardine Brewery, a Dux, a Amphora, a Mediaevalis, a Vadia e a Maldita.4800234604_23f50117e9_b

Mas à maior parte dos portugueses estas cervejas não dizem (ainda) nada; ou muito pouco. As cervejas que dominam o mercado nacional e que os portugueses pedem nos dias quentes de verão, para acompanhar os caracóis ou os tremoços, podem ter pouco de original e de elaborado, mas cumprem na perfeição o seu papel de matar a sede e proporcionar umas horas de descontração.

A cerveja número um no mercado nacional da atualidade é a Super Bock. Com uma dezena de variedades disponíveis no mercado, são as variedades mais clássicas e a Abadia, de receita tradicional, que apelam mais ao consumidor português.

Seguindo a Super Bock de perto, a cerveja Sagres apresenta um leque de variedades semelhante à grande rival, mas com enorme sucesso com a variedade Bohemia. Esta cerveja está agora disponível em três sabores – Original, Trigo e Puro Malte – e com uma garrafa de “design” característico. A Original é uma cerveja ruiva do tipo Marzen e foi uma das primeiras cervejas “fortes” portuguesas (com cerca de 6,2% de teor alcoólicco) à venda nos supermercados.

Encontramos ainda cervejas como a Cristal ou a Tagus, facilmente disponíveis, e, nas regiões autónomas da Madeira e dos Açores, temos também produções próprias. A cerveja Especial é produzida em Ponta Delgada, nos Açores, e a Coral mata a sede aos Madeirenses desde 1969.