O Início de uma Revolução da Cerveja em Portugal?

Quando se olha para o panorama cervejeiro em Portugal e se percebe que, fora os gigantes Sagres e Super Bock, a mais antiga produtora data de 2009, é fácil perceber que algo teria de mudar, e rapidamente, se o país quisesse ter algum tipo de riqueza e variedade nas cervejas que produz.

Fundada em 2009, na cidade do Porto, a Sovina foi a primeira produtora de cerveja fora as duas grandes a investir em inovação e variedade. Várias outras lhe seguiram o exemplo, após testemunharem o sucesso que a Sovina teve e, hoje em dia, já se podem encontrar cervejas integralmente produzidas em Portugal, que conseguem satisfazer os clientes mais exigentes – mesmo aqueles que já passaram pelos países com maior tradição cervejeira, como são os casos da Bélgica e da Holanda.

A revolução da cerveja já começou e hoje em dia podemos constatar a ver os seus efeitos. Não era sem tempo!

Há ainda poucos anos, um apreciador de cerveja em Portugal faria melhor em investir num bilhete de avião do que em tentar encontrar variedade e qualidade pelo país. As prateleiras dos supermercados de então apresentavam apenas a cerveja “do costume”, com um par de variedades pouco interessantes, produzidas pela Sagres ou pela Super Bock, ou ainda por cervejeiras como a Cintra, que nada acrescentavam à experiência.images-3

Hoje em dia, temos uma série de produtoras a confecionar boa cerveja artesanal e nunca é demais mencioná-las, pois, para o verdadeiro apreciador, estas são as cervejas portuguesas que vale mesmo a pena experimentar.

Apresentam-se aqui algumas das marcas com os diferentes tipos mais recomendados:

  • Mediaevalis – Dunkel, Weissbeir
  • Sovina – Dunkel, Hells, IPA, Amber, Stout, Trigo, Bock, Baltic Porter, Fresh Hops, Natal
  • Mean Sardine – Amura, Zagaia
  • Letra – Letra A, B, C, D
  • Amphora – RVBER, AUGUSTA, IMPERATOR, BRACARA, ELYSIVM, GLADIATOR
  • Dux – Stout, Weiss, Pilsner