O consumo de bebidas alcoólicas e o jogo são duas das mais antigas atividades que preenchem os tempos de convívio e de interação social dos seres humanos de quase todos os pontos do planeta, desde há mais de seis mil anos.

O ambiente no interior da maior parte dos casinos portugueses apresenta um certo requinte. Ainda existe muito a ideia de que estes são locais frequentados apenas pelas pessoas com mais poder económico e provenientes das classes altas. Veja-se o exemplo da imagem carismática de James Bond, em “Casino Royale”, inspirado no Casino Estoril, perto de Lisboa.

De acordo com esta ideia e perceção, o que costuma consumir-se nos casinos portugueses, no que toca a bebidas alcoólicas, são aquelas que dão uma ideia de um gosto mais requintado e exigente, como o “whisky” de puro malte, o “gin”, alguns licores ou então os variadíssimos e muito coloridos “cocktails”.jogando-poker-boneco

A cerveja tem uma reputação que não tende nada a combinar com o ambiente de casino, sendo vista em Portugal, e em muitos outros países, como uma bebida sem requinte, uma bebida do povo, tal como o vinho de qualidade inferior.

Apesar de hoje em dia existirem já cervejas artesanais cobiçadas pelos restaurantes mais famosos, demora um pouco a mudar as mentalidades enraizadas e a mostrar que a cerveja, a boa cerveja, tem lugar em qualquer espaço, por mais requintado que seja.

Então, como se misturam os casinos e a cerveja portuguesa, hoje em dia? É muito fácil! Graças à tecnologia moderna, se tivermos um “smartphone”, um “tablet” ou um computador com acesso à Internet, podemos apostar em todo o tipo de jogos de casino, como se nele estivéssemos, utilizando, por exemplo, o Ruby Fortune Casino. E porque não reunir um grupo de amigos, abrir umas cervejas portuguesas e passar umas boas horas de convívio a jogar “online”?